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No método tradicional de "compra", você paga pelo sistema e depois precisa fazer um contrato de manutenção para ter suporte e atualizações desse sistema.
Ao fazer uma assinatura de um sistema DQL, nada disso é necessário, você já tem, incluido na assinatura, suporte e direito às atualizações do programa, sem pagar nem mais um tostão.
Por e-mail ou chat online nossos técnicos irão esclarecer qualquer dúvida referente ao bom uso do programa assinado. Esse é o grande e importante diferencial do nosso método de prestação de serviços.
Utilizamos o e-mail para esclarecer qualquer dúvida porque muitas das vezes é necessário o envio do backup dos dados para que possamos resolver situações complicadas de forma rápida e eficiente, visto que podemos, com esses dados, reproduzir a mesma situação que o cliente está enfrentando. Para isso temos técnicos capacitados a atendê-lo. Por e-mail você, com calma e serenidade, pode mais claramente externar suas dúvidas, o que, normalmente, por qualquer outro meio, é mais difícil. Agora, por chat online esclarecemos as principais dúvidas que não sejam muito técnicas. Finalmente podemos fazer o acesso remoto ao computador do cliente de forma rápida e segura.

Uma das questões que os clientes mais indagam é sobre a instalação dos nossos sistemas em rede. Então vale a pena delinear como isso deve ser feito.

Os Sistemas funcionam em rede ?

Sim, todos os sistemas DQL já são preparados para trabalhar em rede com até 10 usuários simultâneos (10 cópias). E não hão custo adicional em usar nossos programas em ambiente de rede

A instação em rede deve ser feita utilizando-se uma das seguintes maneiras:

1-MÉTODO COMPARTILHADO

Não só a base de dados mas o próprio programa é compartilhado na rede. Funciona simplesmente através de atalhos que são criados a partir dos terminais apontando para servidor ou computador designado como tal. Dessa forma só é necessária uma instalação completa do programa, que é justamente a instalação do servidor. Funciona bem para pequenas redes e para uso não muito intenso. A grande vantagem é que toda a vez que for necessário atualizar o sistema, só a instalação do servidor precisa ser atualizada, os terminais utilizam o mesmo programa através de atalho, como foi ressaltado acima.

  • instalar o programa no servidor usando a opção SERVIDOR (*).
  • registrar o programa no servidor com o código de ativação enviado por nós.
  • ir em cada estação e instalar o programa usando o mesmo instalador utilizado no servidor, só que agora a opção escolhida deverá ser TERMINAL, e a letra pela qual aquela estação "enxerga" o SERVIDOR, deverá ser digitada (ex: onde está C:\DQL_SIST\FOLHAPG, deverá constar F:\DQL_SIST\FOLHAPG, G:\DQL_SIST\FOLHAPG, Z:\DQL_SIST\FOLHAPG etc.)
  • (*) Se no instalador não aparecer essa opção é porque o sistema já está preparado para utilizar a filosofia cliente/servidor, nesse caso o segundo método, que é mostrado mais abaixo, deve ser utilizado.

    Pronto, mais nada.

    Algumas coisas que devem ser mencionadas:

  • Às vezes é necessário colocar aspas no caminho do ícone do chamador do programa:
  • Se o programa não executa pelo terminal deve ser feita a tentativa de ir para o prompt do DOS, depois ir para a letra do servidor, entrar na pasta do programa, e finalmente tentar processar esse programa diretamente do prompt. Um exemplo usando o sistema de Folha de Pagamento:
  • C:\>G: <-ENTER->
    G:\>CD \DQL_SIST\FOLHAPG <-ENTER->
    C:\DQL_SIST\FOLHAPG>FOLHAPG.EXE <-ENTER->
  • Se algum desses passos falhar, tem coisa errada, e a instalação da rede deve ser minuciosamente avaliada.
  • Finalmente devem ser conferidas as permissões para executar o programa a partir do servidor. Muitas vezes não há permissão para isso, e nesse caso o sistema não consegue ser processado de um terminal.
  • Por isso sempre recomendamos que se chame um profissional experiente e capacitado para realizar essa tarefa, que pode ser simples, mas também, em certas situações, pode ser bastante complicada.

    2-MÉTODO CLIENTE/SERVIDOR

    É a maneira mais eficiente e moderna de trabalhar em rede com acesso a dados. Nossos principais sistemas já utilizam esse método multiusuário de uma forma inacreditavelmente simples ! Quem vai usar o sistema de uma maneira intensa e/ou em uma rede maior, digamos, acima de 2 terminais, deveria usar esse método, já que só os dados são compartilhados. O programa deve ser instalado em cada computador, seja ele servidor ou terminal, isoladamente, como se fosse ser utilizado isoladamente em cada computador. Depois, ao entrar no sistema, a localização da base de dados deve ser selecionada. Nesse momento, estando em rede, a localização da base de dados no servidor deve ser selecionada. Só isso !
    Dessa forma diversas bases de dados podem ser usadas, até mesmo em um HD externo ou pen drive ! A única desvantagem seria o fato de que toda a vez que o sistema fosse atualizado, todos os computadores onde o sistema estivesse instalado deveriam ser também atualizados, já que diferentemente do método compartilhado, o método cliente/servidor utiliza o programa localmente, só compartilhando os dados. Mas acreditamos que essa desvantagem compensa em relação ao ganho de velocidade de acesso e eliminação dos erros (congelamentos, travamentos etc.) que normalmente são associados a redes compartilhadas.

  • instalar o programa em cada computador que fará parte da rede. Servidor e terminais.
  • se for o caso, registrar os programas em cada computador. Solicite um novo código de ativação se o atual já está vencido.
  • ao entrar em cada sistema selecione o caminho da base de dados no servidor. Repare abaixo que na tela que vai aparecer assim que o sistema é chamado existem 2 caminhos (podem ser criados quantos quiser). O primeiro indica uma base de dados em um pen drive; o segundo indica a base de dados no servidor. A base de dados do servidor deve ser selecionada (basta iluminar e clicar no botão "Seleciona". Todos os terminais devem faze o mesmo. Dessa forma estarão todos utilizando a mesma base de dados:
  • Agora, imagine que essa rede ao invés de armazenar os dados em um computador da própria rede (servidor), passasse a armazenar esses dados em um pen drive ou HD externo, e dessa forma poder guardar esse pen drive ou HD externo em um lugar seguro. Com isso aumentando a privacidade e segurança das informações, que muitas das vezes são sigilosas. Nesse caso a primeira opção deveria ser escolhida. Da mesma forma todos da rede deveriam fazer a mesma seleção. Assim nada seria gravado no servidor. Tudo ficaria agora no pen drive ou HD externo. Acabou o dia, é só levar essa mídia para casa ou colocar em um cofre etc.

    Mas ainda se pode imaginar que dados segmentados poderiam ser guardados em base de dados separadas, como se fosse um arquivo morto. Exemplo: as folhas de pagamento de 2014, 2015 etc., poderiam ficar armazenadas em bases de dados separadas:

    Ao passar de um ano para o outro, o cliente criaria um novo caminho como foi mostrado nos exemplos acima e passaria a direcionar sua base de dados para esse novo caminho. Entrou em 2017 criaria um caminho \DQL_SIST\FOLHAPG_2017 e passaria a usar uma nova base de dados limpa, sem informações. E os cadastros ? Vou ter que digitar tudo outra vez ? Claro que não. Basta copiar o conteúdo da base de dados anterior para essa nova base de dados e excluir só o movimento preservando os cadastros (empresas, funcionários etc.). É só entrar em contato conosco para que uma orientação passo a passo seja descrita com esse procedimento. E agora se desejar emitir um relatório de 2015 é só, ao entrar no sistema, apontar para o caminho onde está a base de dados de 2015 e mais nada ! Estará tudo lá guardado. Simples assim.

    EXEMPLO DE COMO USAR UM SISTEMA DQL EM UM PEN DRIVE OU DRIVE EXTERNO ?

    1- copie a pasta onde o sistema está atualmente instalado do HD para o Pen Drive:
    1.1- copiar com Ctrl+C a pasta, por exemplo da folha de pagamento. Notar que se quiser pode copiar a pasta ESTILOS, que contém as peles coloridas que podem ser usadas nos sistemas, mas é opcional:

    1.2- ir para o pen drive e colar com Ctrl+V:

    1.3- finalmente entrar no sistema e apontar o caminho para a pasta da folha no pen-drive. Se for o caso crie esse caminho na tela de seleção:

    OBS.: É fácil fazer confusão com essa facilidade em criar caminhos e bases de dados por aí a fora. Se não tem muita experiência em usar computadores não deveria ser muito criativo em relação a isso. Use apenas a base de dados padrão e pronto. Ou peça nossa orientação ou a orientação de alguém mais experiente no uso de computadores a respeito do assunto.

    OBS. 1: A partir do momento em que transferiu a base de dados do HD para o Pen drive ou drive externo não poderá mais usar a base do HD, a não ser que refaça o caminho de copiar e colar, só que agora no sentido inverso. Muita atenção para não apagar dados importantes !

    Eu preciso selecionar o caminho toda a vez que o sistema entra no ar ?

    Não. Basta clicar no botão abaixo dentro do sistema e marcar a opção de não mostrar mais a tela de selecionar o caminho. Mas não esqueça que o caminho padrão deve ser corretamente estabelecido, ou seja, o caminho através do qual o sistema irá encontrar a base de dados. E se quiser que a tela de seleção do caminho seja novamente mostrada basta desmarcar a mesma opção: :

    Por que o Integrador DQL não funciona em rede ?

    Ele funciona, mas deve ser observado que ao tentar processar o sistema a partir de um terminal a letra do drive pela qual esse terminal tem acesso ao servidor deve ser corretamente selecionada:


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